segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Seashore | Beira-Mar





Depois de perder aquele velho preconceito sobre ver filmes nacionais, resolvi embarcar na cultura do nosso país. Encontrei vários títulos voltados para a comédia e ação (que inclusive são ótimos), mas eu queria mais. Fui atrás do meu gênero favorito: Drama. Encontrei! Encontrei um tesouro bem precioso...

Títulos como 'Hoje eu Quero Voltar Sozinho', 'As Melhores Coisas do Mundo' e 'Divã' abriram meus olhos para o cinema brasileiro. Antes de falar sobre o incrível Beira-Mar, gostaria de pedir vocês para prestarem atenção nas produções brasileiras, tanto o cinema quanto a literatura e afins, vale muito a pena. 

Beira-Mar retrata a viagem de dois amigos, Tomaz e Martin. Dois garotos gaúchos que estão indo ao litoral. Martin precisa resolver assuntos com uma parte de sua família que não tem contato há muito tempo, algo relacionado a herança. Tomaz resolve acompanhar o amigo para uma reaproximação na amizade. Os dois vão sozinhos para uma casa na beira de uma praia e aproveitam o momento para se diverti, fugir um pouco do círculo familiar e pensar sobre a vida. 

Roteirizado de forma bem simples e com cenas silenciosas, o filme traz um enredo bem profundo e um pouco complexo. Além de mostrar a viagem dos dois, o filme toca em assuntos que giram em torno do desenvolvimento pessoal. 

A fotografia ajuda a criar um clima de inverno mostrado no filme e ainda traz a sensação de um certo desconfortos e de emoções escondidas referente aos acontecimentos, como por exemplo diálogos entre amigos e aqueles momentos de silêncio constrangedor. A intenção disso seria mostrar como os dois se afastaram e estão tentando se socializar. 

Vários momentos em que estão sozinhos isso acontece. Percebemos que eles estão tentando relembrar como era antes, mas se sentem reprimidos e com uma certa vergonha de se expressar. Os diálogos também mostram bastante desse lado, são sempre informações importantes como uma história sobre uma surra e a "resposta educada" como "Nossa...que triste". Com o desenvolver da trama, essa sensação de monotonia vai ficando para traz e dando espaço para um afeto maior entre os dois e reflexões sobre a vida, onde eles resolvem alguns problemas internos como sexualidade, relações familiares, e dramas em geral. Nada muito pesado, tudo acontece naturalmente.



As duas cenas finais do filme são incríveis! A primeira é um telefonema do Martin com o seu pai. Em poucas frases, vemos ele se libertando, de certa forma, de uma fase de sua vida onde ele foi afastado de certas coisas por causa dos problemas familiares. A outra cena começa com os amigos conversando e passando a noite juntos, ela termina com o Martin atravessando a rua e entrando no mar gelado, sozinho e sem medo. Se você prestar bastante atenção no filme, vai perceber o quão incrível e genial foi essa cena! Uma palavra para definir? Acho que libertação... 

Eu sou uma pessoa que gosta bastante de filmes que mostram de forma simples e "artística" os sentimentos e acontecimentos da vida. São eles os filmes de Drama, Comédia e até Thriller Psicológico. Nesse filme temos apenas o Drama, que foi o suficiente para me deixar apaixonado. É um filme monótono e talvez não agrade a todos, o que para mim não foi um problema. Se você se interessa por esse tipo de filme, pode assistir sem medo, vale muito a pena.

Curiosidades: O filme ficou bem popular no exterior e levou prêmios como melhor filme e melhor trama com temática LGBT em mostras de cinema brasileiras.

O cabelo azul do Tomaz provavelmente é uma referência a personagem do filme 'Azul É A Cor Mais Quente'

Ano de lançamento2015
DireçãoMárcio ReolonFilipe Matzembacher
FotografiaJoão Gabriel de Queiroz
ElencoMateus AlmadaMaurício BarcellosIrene Brietzkemais
Trilha Sonora: Mateus AlmadaFelipe Puperi
RoteiroMárcio ReolonFilipe Matzembacher













Até mais :)


sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

10 livros para 2017!




Olá leitores!

O post de hoje é aquela famosa Tag onde escolhemos 10 ou 12 livros para ler durante o ano!
Para quem acompanha o blog desde o início, vai ver que eu estou reciclando alguns livros dos anos anteriores, mas desse ano NÃO PASSA! (De verdade... Não me deixem flopar hahaha)!

Então vamos lá para os 10 livros escolhidos do ano! Começando pelos senhores gigantes.



S.
S. - J.J. Abrams, Doug Dorst


Um livro. Dois leitores.
Uma jovem encontra numa biblioteca um livro com anotações de um estranho. As margens repletas de observações revelam um leitor inebriado pela história e pelo misterioso autor da obra. Ela responde os comentários e devolve o livro, que o estranho volta a pegar. Ele é Eric, ela é Jennifer, e o inesperado diálogo dos dois os faz mergulhar no desconhecido. É esse velho exemplar típico de biblioteca - consultado, anotado, manuseado - intitulado O Navio de Teseu, de V. M. Straka, que o leitor encontrará dentro da caixa preta e selada de S.
S. está longe de ser um livro convencional. A obra conecta ao menos quatro histórias, que se desdobram ao mesmo tempo, embora não necessariamente em ordem cronológica. É um livro-jogo, que oferece várias possibilidades de leitura e instiga o leitor a decifrar os mistérios, códigos e pistas contidos em toda a obra. Seja nas notas, nas margens ou nos outros itens da caixa, há sempre algo além do que se vê aguardando para ser descoberto.


Under the Dome

Under The Dome - Stephen King


 Em Sob a Redoma, o mestre do suspense apresenta uma angustiante história de luta pela sobrevivência. Na trama, em um dia como outro qualquer em Chester's Mill, no Maine, a pequena cidade é subitamente isolada do resto do mundo por um campo de força invisível. Os moradores da cidade percebem que terão de lutar por sua sobrevivência. O isolamento expõe os medos e as ambições de cada um, até os sentimentos mais reprimidos. Assim, enquanto correm contra o pouco tempo que têm para descobrir a origem da redoma e uma forma de desfazê-la, ainda terão de combater a crueldade humana em sua forma mais primitiva. Sob a redoma é um thriller que traz como reflexão a potencialidade das ações humanas para o bem e o mal.


Fugitivos
Fugitivos - Carlos Barros 


De onde vem a amizade? O que é necessário para se ter uma vida melhor? Caio, um carioca de 15 anos, perdeu os pais em uma tragédia e foi morar com a avó em Belo Horizonte. Cheio de traumas, causados pelo incidente que vitimou sua família, ele não tem mais desejo de retomar sua vida. Fernanda, de 15 anos, protege seu irmão Jonas, de 11 anos, do temperamento violento do pai. Ela se apaixona por Caio, e este por ela. O sentimento que nutrem, será o catalizador de uma briga que colocará em risco a segurança dos dois. Gabriel, de 17 anos, e Bianca, sua irmã de 5 anos, perderam a mãe, por ela ser viciada e ter sofrido uma overdose, e o pai está preso. Ficam sob a tutela da Justiça e do irmão mais velho, de 20 anos, que apoia o pai em planos escusos para melhorarem de vida. Em Fugitivos, acompanhamos o amor nascer entre Caio e Fernanda, e a força da amizade que surge entre os cinco jovens, de forma tão intensa, que o drama de cada um deixa de ser individual e passa a ser de todos. No momento em que suas histórias se misturam, eles precisam fugir para salvarem suas vidas. Nessa corrida emocionante, que atravessa os estados de Minas Gerais, Bahia, Alagoas e Pernambuco, mais de dois mil quilômetros, iremos descobrir seus sonhos, seus medos, suas tristezas e suas alegrias, tudo envolto por muito suspense, perigo, romance e reviravoltas surpreendentes.

Eu Sou o Número Quatro
Eu Sou o Número Quatro


"Nove de nós vieram para cá. Somos parecidos com vocês. Falamos como vocês. Vivemos entre vocês. Mas não somos vocês. Temos poderes que vocês apenas sonham ter. Somos mais fortes e mais rápidos que qualquer coisa que já viram. Somos os super-heróis que vocês idolatram nos filmes e nos quadrinhos mas somos reais.
Nosso plano era crescer, treinar, ser mais poderosos e nos tornar apenas um, e então combatê-los. Mas eles nos encontraram antes. E começaram a nos caçar. Agora, todos nós estamos fugindo.
O Número Um foi capturado na Malásia.
O Número Dois, na Inglaterra.
E o Número Três, no Quênia.
Eu sou o Número Quatro.
Eu sou o próximo."

 Harry Potter e a Ordem da Fênix
Harry Potter e a Ordem da Fênix


O Ministério da Magia começa a intervir em Hogwarts, não acreditando no retorno de Voldemort propalado por Harry Potter e Alvo Dumbledore. Indicada pelo Ministério como professora de Defesa Contra as Arte das Trevas, Dolores Umbrigde proíbe a matéria para alunos mais novos, o que leva Harry a fundar a Armada Dumbledore, para ensinar seus colegas a se defenderem do lorde e seus Comensais da Morte.
Na batalha Bem versus Mal, Harry vai enfrentar as investidas de Voldemort sem a proteção de Dumbledore, já que o diretor de Hogwarts é afastado da escola. E vai ser sem seu protetor que o jovem herói enfrentará descobertas sobre a personalidade controversa de seu pai, Tiago Potter, e a perda de alguém muito próximo.
Não foi por acaso que J. K. Rowling chegou às lágrimas escrevendo o quinto volume da série, lançado no Brasil em novembro de 2003.

 A Ilha dos Dissidentes
A ilha dos Dissidentes - Bárbara Morais


SER LEVADA PARA uma cidade especial não estava nos planos de Sybil. Tudo o que ela mais queria era sair de Kali, zona paupérrima da guerra entre a União e o Império do Sol, e não precisar entrar para o exército. Mas ela nunca imaginou que pudesse ser um dos anômalos, um grupo especial de pessoas com mutações genéticas que os fazia ter habilidades sobre-humanas inacreditáveis. Como única sobrevivente de um naufrágio, ela agora irá se juntar a uma família adotiva na maior cidade de mutantes do continente e precisará se adaptar a uma nova realidade. E logo aprenderá que ser diferente pode ser ainda mais difícil que viver em um mundo em guerra.







Até Mais, e Obrigado pelos Peixes!Até mais, e Obrigado Pelos Peixes! - Douglas Adams


Depois de viajar pelo Universo, ver o aniquilamento da Terra, participar de guerras interestelares e conhecer estranhas criaturas, Arthur está de volta ao seu planeta. Tudo parece igual, mas ele descobre que algo muito estranho aconteceu na sua ausência. Curioso com o fato e apaixonado por uma garota tão estranha quanto o que quer que tenha acontecido, ele parte em busca de uma explicação.P.S: Está também no desafio o livro seguinte desta coleção!





O Teorema Katherine
O Teorema Katherine - John Green


Após seu mais recente e traumático pé na bunda - o décimo nono de sua ainda jovem vida, todos perpetrados por namoradas de nome Katherine - Colin Singleton resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e o melhor amigo no carona, o ex-criança prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar o fora, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam.
Uma descoberta que vai entrar para a história, vai vingar séculos de injusta vantagem entre Terminantes e Terminados e, enfim, elevará Colin Singleton diretamente ao distinto posto de gênio da humanidade. Também, é claro, vai ajudá-lo a reconquistar sua garota. Ou, pelo menos, é isso o que ele espera.

Os Goonies
Os Goonies - James Kahn (Steven Spielberg)  

O clássico filme infanto-juvenil, "Os Goonies", volta direto dos anos 1980, adaptado para livro. Às vésperas de serem despejados de seus lares, um grupo de crianças - os Goonies - segue em busca de um tesouro escondido, em uma história fantástica de amizade. 










Então essas são as minhas escolhas para 2017! É claro que vou encaixar mais livros durante o ano, mas esses são prioridade! E vocês? Já escolheram livros para a meta desse ano? Deixem nos comentários quais são! Nos vemos em breve!

Até a próxima!


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quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Série: The Fosters




Olá leitores!

Hoje temos mais um post sobre série! E desta vez, vamos conversar sobre The Fosters.

A série é ambientada em uma vizinhança nos Estados Unidos, lembra muito a produção de alguns filmes sessão da tarde. Nela, vamos conhecer uma família bem especial, os Fosters.


Lena e Stef são um casal homoafetivo que vivem juntas há bastante tempo. Lena é coordenadora da escola onde seus filhos estudam e Stef é uma policial. Elas têm três filhos, Brandon, fruto de um casamento antigo de Stef e Jesus e Mariana, gêmeos adotados. Todos vivem uma vida maravilhosa e harmoniosa juntos, mas logo no primeiro episódio, vamos conhecer também Callie, uma garota adolescente que acaba de sair de um reformatório e precisa de um lar temporário para ficar até ser adotada. Lena aceita ficar com ela por alguns dias.

Callie sai do reformatório e logo corre atrás do seu irmão mais novo, Jude, e luta para que fiquem juntos sempre. A série se desenvolve a partir desse ponto, Callie e seu irmão tentando viver dignamente em lares adotivos enquanto enfrentam os problemas causados pelo sistema de adoção e a vida no geral.

Quando fiquei sabendo dessa série, imaginei que seria apenas mais uma série light sobre família. De fato é, mas os assuntos tratados e os problemas que surgem durante as temporadas me surpreenderam muito!A série trata de muitos assuntos ao mesmo tempo. Todos eles com uma enorme crítica social e uma mensagem linda por trás. Por ser uma série de drama familiar, já é de se esperar que certos problemas sejam com eles.

A lista é bem grande, teremos contato com temas como drogas, adoção, xenofobia, imigrantes, homossexualidade, gravidez na adolescência, empoderamento feminino, bullying, assédio, preconceito, alcoolismo, enfim... TUDO! (Só na primeira temporada!!)

A coisa que me deixou ainda mais apaixonado pela série, fora o enredo e as personagens, foi o roteiro, que consegue encaixar tudo isso ao mesmo tempo sem se perder, com poucos episódios e um desenvolvimento surpreendente. É um pouco doloroso de acompanhar, eu confesso. É bem raro um momento de “agora vamos ter paz”. Quando você pensa que está tudo na paz... Mas isso com certeza vai te deixar grudado na tela por muito tempo. Vi tudo em um piscar de olhos.


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Fato curioso: Jeniffer Lopez  desenvolveu grande parte do seriado!

Cada personagem da série tem um certo “problema” no qual deve lidar. E como uma família, o envolvimento de todos, tanto na parte que dá errado quanto na que dá certo, é ótimo. Mais uma vez eu preciso ressaltar o modo com tudo se desenvolve e se encaixa no final. Espero que nas temporadas seguintes os roteiristas não percam a mão, pois as chances de deslize são muitas. Além desses vários dramas, a série ainda dá espaço para alguns romances e cenas de humor com algumas referências da cultura pop.

Não posso continuar falando mais por perigo de spoiler, afinal, é uma série recheada de conteúdos de muita importância. Desses que você precisa assistir para entender do que estou falando.
A produção em geral da série não é nada de muito surreal, estamos falando de pessoas e suas vidas, não é mesmo? Porém não posso deixar de destacar as montagens de cenas, atuação, fotografia, trilha sonora e as várias referências na série! Estão de parabéns. 

Referência à Pity Party da Melanie Martinez :)

Se você curte um drama com uma pitada de reflexão sobre a sociedade, um touque de romance e humor para dar sabor, pode ir sem medo nessa série. Não é nenhuma Black Mirror da vida, mas tem um valor muito grande e vale muito a pena assistir. Ter contato com histórias que envolvam tantos assuntos que precisam ser discutidos pra ontem nunca é demais! (De verdade, eu ainda estou de queixo caído com a riqueza de assuntos dessa série...)

Se deixar, eu passo horas (parágrafos, no caso) falando sobre essa série! Sem dúvida alguma ela já entrou para a minha lista de favoritas da vida. Ainda mais eu que amo produções e enredos com a receita que falei acima. Só me resta indicar e muito essa série. Não deixem de conhecer, de verdade =D A série é exibida no canal Sony aqui no Brasil, ou se preferir, estão disponíveis duas temporadas no Netflix! Aproveitem pois vale muito a pena!

Espero que tenham gostado da dica e que possam assistir, vale muito a pena! Se já assistiu, deixe nos comentários o que achou =D


Um abraço e até a próxima! 



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segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Melhores livros de 2016!



Olá leitores!

Depois de finalmente sobrevivermos a esse ano, vim compartilhar com vocês as melhores leituras que fiz! Eu li muito pouco, mas foi o suficiente para encontrar 5 livros excelentes! Vamos falar sobre eles :)




Quem é Você, Alasca?Quem é você, Alasca?  


Quando terminei a leitura desse livro, fui correndo no skoob marcar como favorito! Com certeza é o melhor do John Green (minha opinião, claro). Vamos acompanhar aqui a mudança de Miles para um colégio interno, onde ele vai viver muitas coisas diferentes com seus novos amigos e uma garota que muda totalmente a sua vida. É um livro que aparenta ser apenas mais um YA, porém trata de assuntos delicados e tem também uma carga emocional um pouco mais pesada... Acho que isso foi o que me fez gostar tanto! Recomendo bastante! Leia a resenha AQUI e conheça mais sobre :)

Laranja MecânicaLaranja Mecânica 

O que dizer de Laranja Mecânica, não é mesmo? Confesso que o que me fez comprar esse livro logo de cara foi a linda edição de 50 anos! Um trabalho impecável! Comecei a ler sem muitas expectativas logo nos primeiros dias do ano e me deparei com um dos melhores livros que já li! Aqui, vamos ter contato com um certo momento da vida do Alex, um adolescente que digamos, não é tão bom menino. Com isso, ele acaba sendo preso e... (resenha AQUI). É um livro que tem muita metáfora, reflexões e críticas! Recomendo muito! Clássico!




Azeitona

Azeitona

Quando o Bubarim anunciou que estava escrevendo um livro eu fiquei muito animado! Eu gosto muito do tipo de vídeo que ele faz e o acompanho desde o canal literário! Tive a oportunidade de ir ao lançamento e pegar autógrafo! Devorei o livro bem rápido, ele conseguiu passar muito o seu estilo para o livro! Ta aí um livro que ficou a cara do autor haha' Conheça mais sobre o livro AQUI na resenha! =D



A Vida, o Universo e Tudo Mais




A vida, O universo e Tudo Mais 

Não é novidade nenhuma de que eu sou muito fã da série Mochileiro das Galáxias, não é? Esse ano eu li o 3º livro e fiquei mais uma vez apaixonado! Muito humor, muita crítica e reflexão sobre A vida, O Universo e Tudo Mais!
Amo muito esse tipo de narrativa e essa vale muito a pena! Resenha AQUI!




Simon vs. a agenda Homo Sapiens
Simon vs. A Agenda Homo Sapiens

E é claro que não poderia faltar ele! A resenha (AQUI) foi a primeira de 2017, mas a leitura foi feita em 2016 =D
É um livro bem leve e que trata de um assunto que deve ser discutido de forma tão simples e natural que me deixou bem feliz! Adorei a forma como a autora abordou a temática LGBT+! Leia, vale a pena <3





Então é isso! Apesar de não ter lido muito, tive contato com ótimos livros! E vocês? Quais as melhores leituras de 2016? Deixe nos comentários!

Até a próxima!


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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Resenha: Simon vs. a agenda Homo Sapiens.

Simon vs. a agenda Homo Sapiens  Nome: Simon vs. a agenda Homo Sapiens.
Autor: Becky Albertalli
Editora: Intrínseca 
Páginas: 272
Avaliação: 5/5 


Sinopse: Simon tem dezesseis anos e é gay, mas ninguém sabe. Sair ou não do armário é um drama que ele prefere deixar para depois. Tudo muda quando Martin, o bobão da escola, descobre uma troca de e-mails entre Simon e um garoto misterioso que se identifica como Blue e que a cada dia faz o coração de Simon bater mais forte. 

Martin começa a chantageá-lo, e, se Simon não ceder, seu segredo cairá na boca de todos. Pior: sua relação com Blue poderá chegar ao fim, antes mesmo de começar.

Agora, o adolescente avesso a mudanças precisará encontrar uma forma de sair de sua zona de conforto e dar uma chance à felicidade ao lado do menino mais confuso e encantador que ele já conheceu.
Uma história que trata com naturalidade e bom humor de questões delicadas, explorando a difícil tarefa que é amadurecer e as mudanças e os dilemas pelos quais todos nós, adolescentes ou não, precisamos enfrentar para nos encontrarmos.



Olá leitores!

Depois desse hiatus de dois meses na minha carreira de blogueiro, (aqueles...) Finalmente me sinto apto para postar novamente! Chega de drama e vamos conversar sobre livros!  =D
A resenha da vez é sobre um livro bem leve, mas que trata de um assunto um pouco delicado. O que não era para ser...

Em Simon vs. a agenda Homo Sapiens, vamos conhecer Simon. Um garoto que está no ensino médio e vive uma vida normal. Tem amigos, pais e irmãs. E é claro, um cachorro  de cara, a gente fica sabendo que ele é gay e que não tem nenhum problema com isso, apesar de nunca ter contado para ninguém. Ele conversa no anonimato com um garoto da sua escola por e-mail. Tudo o que sabemos dele até o momento, é que esse garoto se identifica (anonimamente) como Blue.

Os dois trocam e-mails diariamente e são ótimos amigos virtuais. Até que Simon esquece sua conta aberta no computador da escola e um dos seus colegas descobre sobre eles. O garoto usa a informação como chantagem para fazer com que Simon consiga que a sua amiga fique com esse colega.
Com uma trama simples, mas cheia de pequenos ensinamentos e reflexões, temos um livro bem leve, onde vamos acompanhar o processo de “saída do armário” do Simon junto a essa situação.


Esse foi o primeiro livro com temática LGBT+ que li e fiquei bem surpreso com muitas coisas a respeito dele. Primeiro a forma como a autora trata o assunto “sou gay”. Geralmente, a maioria do conteúdo com essa temática aborda a sexualidade como algo mais alarmante e que muda vidas drasticamente, o que não acontece (em partes) com Simon. Tudo se desenvolveu de forma tão simples e natural que faz pensar e muito.

A crítica principal do livro gira em torno do modo como as pessoas lidam com isso. Não é para ser grande coisa, não é para ser escondido e muito menos rejeitado. A autora mostra que os LGBT+ existem e são pessoas tão normais quanto qualquer outra.
Em um momento X do livro, onde alguém faz uma piadinha homofóbica, Simon tem um pensamento que chamou bastante a minha atenção. A frase é a seguinte:

“Nada é pior do que a humilhação secreta de ser insultado por semelhança.”

Foi difícil parar de refletir... Quantas vezes as pessoas não fazem piadas sobre determinados assuntos sem ao menos se importar com os outros? No caso, Simon foi ofendido por um comentário qualquer e não pode reagir ou sofrer só para não correr o risco de “ser descoberto”. Reflita um pouco, isso acontece a todo o momento e nem percebemos...

O livro toca muito na questão de quão difícil é se assumir. A dúvida de qual será a reação dos familiares, amigos e enfim, das pessoas em volta assusta muita gente. São muitos os casos de expulsão de casa, agressões e crimes piores com relação a isso.  A autora ainda toca em pontos como “Héteros não precisam se assumir”, para ilustrar um drama que muitos sofrem diariamente, sem necessidade alguma. Algo como “São aceitos pelo o que são, por que eu não posso também?”.
A escrita da Becky é muito boa. O livro simplesmente passa sem que percebamos. Junto a uma fluidez agradável, o livro ainda trás personagens simpáticos e amáveis. 

O livro é bem simples e não desenvolve muito os outros aspectos como, por exemplo, o romance e a relação com as pessoas. Isso acontece muito rapidamente da metade para o final. Eu senti falta de mais algumas páginas para deixar a história um pouco mais recheada, porém o livro foi terminado pouco depois de um certo acontecimento. Não é um defeito, muito pelo contrário. Inclusive, a cena final da vontade de abraçar todo mundo ^_^

A autora passou a sua mensagem e conseguiu contar sua história por completo, mas ainda assim, senti falta de um pouco mais de amorzinho e um final feliz maior. Acho que deu para entender o meu ponto, não é? Haha =D

Com pensamentos e reflexões sobre uma sociedade desenvolvida, porém ainda muito atrasada intelectualmente, Simon vs. A Agenda Homo Sapiens é um livro muito delicioso de ser lido. Além de colocar muita gente para pensar e mostrar que os LGBTs são pessoas normais, a autora faz o possível para deixar que se sintam acolhidos, amados e em casa, “no matter what”.  

Se você está procurando algum livro com essa temática e não sabe qual, esse é perfeito para começar! Eu recomendo muito, é divertido e como eu sempre digo: “felizinho”.

Depois desse, é claro que eu vou atrás de mais títulos parecidos! E com certeza venho deixar o que achei por aqui! Espero que tenham gostado! Estou bem feliz em estar de volta escrevendo!

Um forte abraço e até mais! 


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segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Música: Halsey

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Olá!
Mais um mês com recorde de visualizações no blog! Muito obrigado vocês *_*
E é claro, vamos a mais um post sobre música! Eu queria pedir desculpas por eu trazer só artista internacional, mas o próximo com certeza vai ser um nacional! Já tenho alguns em mente e que valem muito a pena conhecer! 

A cantora de hoje foi um pedido especial da @pacifyong no Twitter. Gostei muito da sugestão e resolvi passar a maravilhosa Halsey na frente da lista! Vamos conhecer!

Halsey (nome artístico) é uma cantora estadunidense. Dona de uma voz incrível e famosa por ter uma opinião bem formada sobre o mundo, usa a música para fazer algumas críticas e é claro, divertir muita gente. Possui toda aquela história bonita de se contar, aprendeu a tocar vários instrumentos desde muito nova. Aos 18 anos ela se viu em uma situação financeira bem difícil e precisou da música para se manter.

Um tempo depois, gravou a música Ghost e publicou no SoundCloud. Chamou a atenção de várias gravadoras e a partir daí, assinou contrato com uma delas e lançou o seu primeiro EP. o Room 93. Depois de ganhar uma popularidade bem alta, fez a abertura de alguns shows do Imagine Dragons e chamou muito mais atenção. E finalmente em 28 de agosto de 2015, lançou o seu primeiro álbum, o Badlands <3 

Badlands é um álbum conceitual que traz como pano de fundo, o estado de espírito em que se encontrava enquanto escrevia. Badlands seria um lugar físico como uma metáfora para a mente vazia e sozinha. O gênero de suas músicas giram em torno do Indie e do Pop, mas algumas músicas têm um toque meio sombrio, o que, para mim, deixou tudo mais incrível. 

Halsey veio ao Brasil em março desse ano para o Lollapalooza. O público esperado era mediano, mas a quantidade de gente que  foi ver sua apresentação espantou muita gente! E com razão! Ela manda muito bem e fez um show de arrepiar! (E começa a bad por eu não ter ido :/)

Vamos de música! 
A cantora possui apenas um álbum, mas eu vou dizer para vocês, é O ÁLBUM! Letras impactantes e uma melodia que dá umas sensações de "Meu Deus... Preciso conhecer ela!!!" 

Abaixo vocês encontram o álbum. A minha dica para vocês é que comecem escutando Castle, Hold Me Down, Drive, Ghost e Colors. E amantes de música, pode ir sem medo no álbum todo, é uma obra de arte <3 


Curiosidades: A música Castle fez parte da trilha sonora do filme "O Caçador e A Rainha do Gelo". (Escutei essa música em um trailer no cinema e fiquei "Meu Deus a Halsey!" hahaha




Ela tem um gênero bem definido, o que pode deixar algumas pessoas com o pé atrás, mas se você é um amante de música ou se prestar atenção nas letras, com certeza vai ficar fascinado(a). 

Se você ainda não ligou o nome a pessoa, vou deixar abaixo uma parceria que ela fez em uma música  do The Chainsmokers que COM CERTEZA vocês conhecem! 





Então é isso! Espero que tenham gostado! Ela também tem alguns clipes, mas o post já está gigante. Se você se interessou por ela, as minhas dicas de clipes ficam para New Americana e Colors. =D

E aí? Já ouviram falar, já escutaram? Espero que sim, pois vale muito a pena conhecer artistas que tem algo a dizer. Halsey é um deles <3 
Deixe nos comentários o que achou e como sempre peço, dicas de outros artistas para eu conhecer :)


Até a próxima!



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quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Série: Shadowhunters

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Olá!
Acho que esse ano está passando um pouco rápido demais... Já vamos para outro post de série! 
A série desse mês é a tão aguardada Shadowhunters. Na verdade, eu vi essa série quase que na hora que ela foi lançada. Estava de férias, na casa da minha avó. 12 de janeiro de 2016 às 4h da manhã esperando ficar disponível no Netflix hahaha' 

"Mas pra que essa pressa toda, Vitor? Tá louco?" 
Acho que foi loucura mesmo. Não sou um grande fã da série e não li os livros, mas fiquei bem empolgado. Então assim, não vou fazer nenhuma comparação com os livros ou com aquele filme (que também vi na estréia. Olha, não estou entendendo...), apesar de ter conversado MUITO com os leitores e saber de algumas diferenças. Mas isso não vem ao caso, o post é apenas sobre a série, beleza? ;)

Então vamos lá.

Shadowhunters é uma série americana baseada nos livros da série The Mortal Instruments da Cassandra Clare. A história deles vocês já devem estar carecas de saber, não é? Uma adolescente que do nada percebe que é uma caçadora das sombras e que sua mãe escondeu tudo pois o passado é bem complicado. Vamos acompanhar então a Clary descobrindo que a sua vida é completamente diferente do que imaginou.

Os primeiros episódios vão se basear nela assustada com a nova realidade e com várias perguntas a serem respondidas. Depois a trama vai de desenvolvendo e ela começa a lutar e descobrir mais sobre o seu passado e sobre o que vai precisar fazer a respeito dele.

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As reações na internet se dividiram em "Odiei com todas as minhas forças" e "Amei! Quero mais!". 
Participei de algumas discussões em grupos por aí e fiquei no meio termo. Com certeza não é a melhor série do universo e não é surpreendente, mas também não morri de amores. 

A produção da série também não é grande coisa. As cenas são bacanas, os efeitos especiais não deixam a desejar. O roteiro também é interessante, mas no fundo eu fiquei com uma impressão de estar vendo uma série da Disney com super produção, entendem? 

O roteiro tem diálogos simples, tiradas de humor e algumas cenas tensas para dar um up! na série. Eles conseguiram balancear muito bem, o que no final não ficou ruim. Eu esperava um pouco mais das atuações. Eles foram se soltando mais no decorrer dos episódios, mas senti falta de um desempenho melhor.

Uma coisa que me surpreendeu na série foi a trilha sonora. Assim que começou o  primeiro episódio, eu já estava no Twitter louco atrás da música da primeira cena! Achei e até hoje escuto! Fora isso, a série carrega outras músicas interessantes para as cenas. 
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Mas calma, não estou falando mal! A série tem alguns pontos fracos que juntos me incomodaram, mas o resultado final me divertiu muito e me deixou com vontade de continuar. No fim das contas, Shadowhunter é uma série muito divertida para adolescentes. Os fãs da série (livros e tal...) tem um prato cheio e podem aproveitar bastante. Mesmo quem não é fã, acaba se envolvendo com a série e esperando por mais. É o meu caso. Mesmo não morrendo de amores por ela, é uma série que eu quero sim continuar pois tem um enredo bem interessante e eu quero ver como tudo termina =D

E agora a parte que eu mais gosto. O que vocês acharam da série? Deixem nos comentários, gosto muito de ler as opiniões de vocês! 
Espero que tenho gostado do post e também da série! Nos vemos no próximo mês!

Até mais! 

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